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Tático Móvel prende quadrilha com fuzil em Feira de Santana


Policiais militares da Companhia de Emprego Tático Operacional (CETO)  prenderam na tarde de 04 de agosto de 2013 (domingo) uma quadrilha composta por cinco homens e uma mulher. Existe a suspeita de que a quadrilha tenha participação em roubos a bancos. Segundo o Tenente José Carlos Santiago, oficial coordenador, os policiais faziam ronda no distrito de Humildes, quando foram informados de que haviam pessoas comercializando drogas. Os policiais viram um grupo de pessoas, que ao notar a presença deles, correram em direção a uma casa, aonde foram encontrados cartuchos de fuzil 7.62, privativo das Forças Armadas, cartuchos para fuzil 44, dinheiro, uma pequena quantidade de drogas e um fuzil mosquefal calibre 7.62, além de peças de uma moto. 
 
Foram presos durante esta ação policial, Jonas Bispo Cerqueira, 18 anos, Gelson Mário de Jesus Silva, 23, Jorge Gerson Paixão de Jesus, 28, Fernando Francisco dos Santos, 25, que foi apontado pela polícia como o líder da quadrilha, um menor e Thaís Jesus dos Santos, 19 anos, que é esposa de Fernando.

Apesar dos integrantes da quadrilha não terem passagem pela polícia, o delegado Ricardo Brito, afirmou que as armas e os apetrechos encontrados, indicam que eles tenham participação em roubo a bancos. “A polícia Civil vai investigar para chegar a conclusão”, afirmou. 
 
Em entrevista ao Acorda Cidade, Thaís negou que os presos façam parte de uma quadrilha e disse que no momento em que os policiais chegaram a casa dela, ela tinha acabado de chegar de Salvador. Thaís disse ainda que o marido, Fernando, comprou uma das armas apreendidas por 500 reais, e que o dinheiro apreendido era para pagar o aluguel da casa onde a quadrilha foi encontrada. “Eu estava em Salvador, na casa da minha mãe, e quando eu cheguei os policiais chegaram também. Meu marido não roubava e não matava, ele tinha essas armas, mas deixava guardadas. Eu não tenho nada a ver com isso, tenho uma filha pequena de três meses”, afirmou. Fernando também negou que esteja envolvido em qualquer tipo de crime e confirmou a versão da esposa, quando perguntado sobre a origem das armas. “Apareceu um rapaz dizendo que tinha umas coisas pra me vender. No dia que recebi o dinheiro ele me vendeu as armas, mas eu não usava, deixava dentro de casa. Eu nem sei mexer naquilo. Nunca usei, trabalho de pedreiro e essa é a primeira vez que fui preso”, contou.



* Fato  Concreto com informações do Acorda Cidade

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