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Polícia Civil localiza arma que foi utilizada no latrocínio da enfermeira em Feira de Santana


Policiais civis do Serviço de Investigação da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), sob o comando do delegado André Ribeiro conseguiram recuperar um revólver calibre 38,  que foi usado no latrocínio que vitimou a enfermeira Cirleide Oliveira Ribeiro, que tinha 34 anos na noite do dia 07 do mês corrente, nas imediações da avenida Canal, trecho da Baraúnas.

Segundo informações da polícia, após o crime (latrocínio) ser praticado, a dupla de assaltantes fugiram e se esconderam em uma casa abandonada, na localidade conhecida como Geladinho, nos fundos da Estação da Musica, no bairro Baraúnas.

A dupla teria escondido a arma dentro da casa e se homiziaram em um matagal, mas foi localizada por policiais militares e presos em flagrante. Mas, a arma utilizada no crime ainda não havia sido localizada, por que, um usuário de crack teria visto quando os dois esconderam a arma e em seguida pegou e trocou por drogas.

Apesar de que o latrocínio teria sido já elucidado, onde os acusados foram presos em flagrantes por militares, as investigações continuaram  e os policiais descobriram que um homem identificado como Lucivan Sampaio Damasceno, conhecido pelo apelido de “Queimadinha”, 27 anos, residente no bairro Baraúnas estava com o material bélico do crime.

“As investigações apontavam que um Sacizeiro (usuário de crack) estaria com a arma e conseguimos localizar, mas ele, não estava mais com a arma e falou que teria trocado com um traficante. Chegamos na casa do suposto traficante, mas o mesmo não se encontrava e familiares, afirmaram que ele teria comprado a arma e não trocado em drogas”, frisou um dos investigadores.

Queimadinha foi conduzido para DRFR, juntamente com a arma. Ele foi ouvido e posteriormente liberado. A arma foi encaminhada para perícia. Na delegacia, Queimadinha afirmou que estava em cima da casa no momento que os dois acusados: Marcio Nunes, o Marcinho (camisa vermelha abaixo) e o menor de 17 anos entraram correndo na casa.


“Eles não me viram, pois estava em cima casa, quando chegaram apavorados e começaram a discutir, onde o baixinho (Marcinho) ficou falando por que o outro (menor) teria matado a mulher, ele (Marcinho) falou ainda que iria contar tudo para seus familiares, mas o outro, dizia, que não era para se preocupar que ninguém ficaria sabendo, daí deixei os dois discutindo e sair. Depois retornei e peguei a arma e troquei pelo valor de R$ 500,00 de drogas (crack e cocaína) nas mãos de um traficante das Baraúnas”, finalizou Queimadinha.

Queimadinha contou ainda que depois que saísse da delegacia iria sumir, pois sabe que vai ser morto pelo traficante, que o mesmo entregou.


* Fato Concreto com apoio das informações do Polícia é Viola 

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