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O autista na 'Manhã Interativa' no HEC, em Feira de Santana


Cerca de 30 crianças com autismo e seus pais, participaram na manhã do último sábado (05) de um encontro no Hospital Estadual da Criança (HEC), em Feira de Santana.

Denominado “Manhã interativa” o encontro foi realizado pelo grupo multiprofissional do programa Rotary Saúde Móvel Novo Mundo, numa parceria entre a Liga Álvaro Bahia Contra a Mortalidade Infantil, que administra o HEC, e o Rotary Club International.
A equipe multiprofissional, composta por nutricionista, terapeuta ocupacional, neuropediatra, pediatra, enfermeiro e fonoaudiólogo, realizou atividades lúdicas e educativas. De acordo com a gerente operacional do HEC, Lívia Macedo, quanto mais interação com os pais melhor é a evolução do autista.

O autista, Josué e sua família

“A gente vê a importância da interação entre a mãe e a criança e quanto mais conhecimento ela tiver menos complicações a criança terá. A gente vê o valor de ter um momento em que possamos não ensinar, porque essas mães já acompanham seus filhos no dia-a-dia e já conhecem muito bem os filhos delas, mas de passar a parte profissional da relação entre eles”, disse Lívia.


Uma mãe disse que o tratamento ajuda a proporcionar uma vida mais comum ao autista e que os pais percebem o transtorno em pequenos comportamentos das crianças, mas alertou que a certeza do diagnóstico só é obtida através de uma avaliação médica especializada.
“Como mãe e falando de maneira leiga eu comecei a perceber o autismo pela ausência da fala, que é uma característica que já foi até excluída, mas existe algumas outras maneiras de perceber, que é esta falta de comunicação com outra criança, às vezes tem uma certa vontade de ficar olhando muito tempo para um ventilador ou lâmpadas. São em pequenas coisas que se percebe, mas o ideal é realmente levar ao neurologista para avaliar a criança”, informou.



* Matéria extraída do Acorda Cidade. Foto: arquivo pessoal

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