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Caso Gabrielly em Feira de Santana. Triste fim.


Após três meses do desaparecimento de Gabrielly Gomes Santana, de 7 anos, a Polícia Civil de Feira de Santana informou na manhã desta quarta-feira (26), que a criança foi assassinada e teve o corpo queimado. A descoberta aconteceu após a realização de exame de DNA em um crânio que foi encontrado no 14 de fevereiro próximo ao Expansão do Feira IX.

A revelação foi feita pelo coordenador regional de Polícia Civil, João Rodrigo Uzzum, durante entrevista coletiva no Complexo de Delegacias do Sobradinho. Segundo o delegado, o caso foi desvendado através de exames feitos com a polpa do dente do crânio encontrado às margens da avenida Eduardo Fróes da Mota (Anel de Contorno) e com material genético da mãe de Gabrielly. O crânio estava queimado e foi encontrado junto a outros fragmentos em um terreno baldio.
O delegado informou que a Polícia Civil já tem uma linha de investigação e continuará trabalhando para descobrir a autoria do crime. Uzzum e a delegada Dorean dos Reis Soares, que compõem a força-tarefa em torno do caso disseram que não revelariam mais detalhes para não atrapalhar a investigação. “Estou frustrada, mas a força-tarefa vai continuar. Não podemos trazer Gabrielly de volta, mas vamos fazer justiça”, declarou Dorean.
Os materiais encontrados no terreno baldio continuam passando por exames que vão apontar a causa da morte da criança.

O desaparecimento
Gabrielly desapareceu na manhã do dia 21 de janeiro, enquanto brincava na porta da casa da avó, no Residencial Solar da Princesa IV, bairro Gabriela, em Feira de Santana. De acordo com a delegada Dorean dos Reis Soares, na tarde do mesmo dia os pais da menina registraram queixa.

Manifestações
Durante o período em que Gabrielly Gomes esteve desaparecida, familiares e amigos da menina realizaram manifestações para pedir agilidade nas investigações.

 
Suspeito preso

Um suspeito chegou a ser preso e depois liberado após 11 dias, pois a polícia descartou a participação dele no sumiço da criança.

Retrato falado
A partir do relato de um caminhoneiro, que alegou ter visto a criança em poder de um casal no estado do Piauí, a polícia elaborou o retrato falado dos suspeitos, mas ninguém foi encontrado.

As informações e imagens são do blog: Central de Polícia

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